Review: The Last Ship 1×01 – Phase Six

The Last Ship é diferente de qualquer série que eu já assisti. Os mistérios, a política, uma doença que está matando o mundo todo.

the last ship

Quando saímos de Norfolk o vírus estava na fase 2. Limitado a pequenos grupos na Ásia e África. Estamos agora na fase 6. Pandemia global. 80% da população mundial está infectada. O mundo está doente, capitão Chandler.

No começo da série somos apresentados à um vírus que está dizimando a população de Cairo, no Egito, e vemos a Doutora Rachel Scott coletando uma amostra de sangue de uma pessoa contaminada, para sua pesquisa. Logo após isso, conhecemos o Capitão Tom Chandler (que pra mim ainda é McSteamy), que está saindo para uma expedição de teste de armas, e também vemos parte da tripulação do navio embarcando. Os segredos começam aí. Quando a Dra. Scott e o Capitão Chander se conhecem, ela não conta pra ele o verdadeiro motivo de estar embarcando, diz que está apenas fazendo uma pesquisa sobre pássaros. Nós sabemos que vai muito além disso. Um detalhe: eles vão sem ter permissão para entrar em contato com as pessoas em terra.

Quatro meses depois, a expedição está pronta para ir pra casa, o Capitão está animado com a volta, assim como – quase – todos os tripulantes. A Dra. Scott entra em desespero, porque ainda não acabou sua pesquisa e faz uma ligação para o Chefe da Segurança Nacional dos Estados Unidos e poucos minutos depois Tom recebe a notícia de que eles ainda não poderão voltar pra casa. Isso mostra que tem muita coisa aí.

Aparentemente alguns dias depois, a doutora consegue achar o que precisava para concluir sua pesquisa, mas ela e seu parceiro Quincy são surpreendidos por helicópteros russos. WTF? Rola tiro pra todo lado, mas só os russos morrem. Eles levam um russo vivo para interrogarem, e o que eles querem? A cura.

Posso dizer que a partir daqui a série começa. O capitão descobre que a missão dele era praticamente uma farsa, e o real motivo dessa expedição é a pesquisa da Dra. Scott, que é financiada pela Casa Branca. Também descobrimos que a doença já se espalhou pelo mundo todo e já matou muita gente, praticamente todo mundo. Quase não existe mais governo, e não há como saber se as famílias dos tripulantes estão vivas. Vídeos são liberados para eles, com notícias sobre todo o mundo. O capitão conta à tripulação sobre o que está acontecendo.

Então a ação começa e a cada minuto eu percebo que essa série vai me prender muito! O navio segue para a França mas não consegue fazer contato com a terra. Todos mortos? Provavelmente. De repente, um míssil nuclear é lançado de um navio no mar, eles ficam desesperados, mas descobrem que não são o alvo. O míssil atinge a terra, mas causa uma pane no navio.

Eles conseguem chegar no navio que mandou o míssil e uma equipe o invade em busca de alimento e combustível. E quando eles chegam no navio? Tá todo mundo morto! Eles pegam toda a comida lacrada e conseguem bombear o combustível, mas quando abrem o freezer, ele está repleto de corpos. Uma outra ala do navio, que parece uma enfermaria, também está lotada de corpos e entre eles tem uma pessoa viva, mas não existe salvação. Um dos tripulantes, Frankie, acaba levando um tombo e seu capacete de isolamento cai e ele fica completamente exposto, seu rosto encosta em um corpo e ele se suja de sangue. Pra mim foi uma das cenas mais fortes, pois um amigo quer salvá-lo, mas sabe que levá-lo de volta para o barco vai ser o fim para todos. Ele também sabe disso, por isso comete suicídio dando um tiro na cabeça, na frente de todos.

Quando voltam para o navio, a Dra. Scott descobre que ainda não havia sido encontrada uma cura porque o vírus tinha um gene extra e que para fazer a vacina, eles precisam de uma amostra do vírus original, coisa que ela conseguiu. Quando a gente acha que vai ter uma esperança, as coisas desandam um pouco mais. Eles recebem uma mensagem da presidente dizendo que mais lugares foram infectados, e pra piorar não conseguem mais contatar o governo. Mas, de alguma forma, Tom recebe um vídeo de sua família, que está bem.

Quando se aproximam da terra, mais uma vez todos acham que vão voltar para casa. E mais uma vez isso não é o que acontece. O capitão dá ordens para continuar no mar e não arriscar ninguém, já que a Dra. diz que consegue criar a vacina no laboratório do navio. Quando ele avisa isso para todos, ninguém fica muito feliz, mas todos entendem que é o melhor.

Só pra terminar bem, descobrimos que há um espião russo no navio e ele está junto com a Dra. Scott na busca pela cura, ou seja, ainda tem muita coisa pra rolar!

Ah, ainda teve um romance entre dois tripulantes no meio disso tudo, mas confesso que não dei atenção, porque o drama é muito forte.

Enfim gente, me desculpem pelo tamanho do post. É a primeira vez que faço um review, ainda tenho que pegar o jeito… E também foi um piloto né? Tinha muita coisa pra ser explicada! Mas eu amei esse episódio e mal posso esperar pra chegar o próximo. E vocês? Vão assistir?

 

Wanila Goularte

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4 comentários

  1. Bom roteiro, efeitos especiais de qualidade e atuações impagáveis! O piloto vem como uma grande promessa de temporada!

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