4/52: um álbum para dançar como se ninguém estivesse vendo

Eu pensei e pensei e pensei antes de fazer esse post (que devia ter saído ontem), mas não teve jeito, eu não posso negar o que tenho ouvido nas últimas semanas.

Tá, ok, admito: por mais que eu não seja fã da moça e nem conheça tanto assim o trabalho dela, não teve como correr desse álbum galera. Ele chegou de mansinho com Shake it Off e quando eu vi já sabia Blank Space de cor. cause darling, I’m a nightmare dressed like a daydream. (a frase é da taylor e não minha, só tô avisando porque não sei ao certo quais frases ela registrou e VAI QUE NÉ?! hahahaha parei.)

Quando eu conheci a Taylor (e a interpretei num remake de “You belong with me” pro inglês) lá em 2008, eu gostava sim. Tinha o Feraless no celular e sabia t o d a s as músicas. Mas o tempo passa, né migos. E o cúmulo foi quando a Paula Fernandes regravou uma música da Taylor colocando metade Paula e metade Taylor. Não dá. Desisti de vez e abandonei num canto escuro.

Mas aí esse clipe aí de cima apareceu na minha frente por meio daquele site que eu acesso pra saber das 9dades do mundo dos famosos, o PapelPop. Eu nem ia assistir, mas os comentários eram tão maravilhosos que eu decidi dar uma chance. Eu eu me arrependi. Me arrependi eternamente porque eu soube naquele minuto que não conseguiria ficar parada enquanto essa música estivesse tocando. E aí fui atrás do álbum e acabei gostando da maioria das músicas. Acontece.

Ficha Técnica:
1989 – 2014
Melhor música: “Shake it off”
Pior música (ou a menos menos boa): New Romantics
Não deixe de ouvir: “Welcome to New York” e “All you had to do was stay” são boas também.
Por que você deveria ouvir?: Olha, porque é divertido, porque ela fez algo legal depois de um bom tempo fazendo clichês, porque ela “cresceu” muito nesse album.
Numa escala de 1 a 5: 3 músicas que grudam na cabeça

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1 comentário

  1. Taylor Swift também foge completamente do que eu costumo escutar, mas… não tem jeito, é muito contagiante!!! Hahaha
    Também comecei a escutar Taylor há um tempo, mas confesso que preferi o Red ao 1989. Ou então é por falta de costume mesmo, haha. No Red ainda não tava um pop tão “exagerado” e eu gosto mais das baladinhas dela, sei lá. Regardless… adoro!
    Beijoo

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