7 on 7 – Música

Olaaar! Eu sei que o projeto se chama 7 on 7 porque são 7 fotos postadas no dia 7, mas é que eu me enrolei e não programei o post, e como dia 7 foi sábado e no fim de semana eu quase nunca fico no computador, acabei postando só hoje mesmo. Tá valendo, né?! 7035168529_230d047b2e_z O tema foi música e pra começar, escolhi essa foto que tirei da mão do Tavares no Workshop Próximo Clique que teve em BH em 2013, eu acho.

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E aí teve essa exposição linda que fui com a Verônica na Urban Arts de BH. 6201269374_fdd458f95c_z Daí tem essa de 2011. Morro de saudade dessa época, quando eu vivia no flickr e era bem mais criativa. 5964014937_c0111fc2cb_z E aí teve uma vez que eu tentei aprender a tocar violão, mas não rolou.

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Quando o mozão tinha banda e eu fotografava os shows. essa E pra terminar, essas três garrafas da minha coleção relacionadas a música. “Trooper” é uma cerveja inglesa do Iron Maiden, “God Save The Queen” é mineirinha, da Kud. “Tianastácia” é da banda mineira que leva o mesmo nome. E aí, cês me desculpam pelo atraso? Não se esqueçam de conferir as fotos das outras meninas! Crystal | Gabi | Isa | Mônica I Verônica | Vic

Jimmy Fallon

Eu gosto muito de talk shows, tipo, muito mesmo. Os brasileiros que passam na TV aberta, eu assisto sempre que dá, mas como sou muito fã e séries, acabo acompanhando alguns americanos na internet mesmo pra assistir entrevistas com meus atores preferidos. E foi numa dessas que descobri o Jimmy Fallon.

Não vim aqui pra falar sobre a vida do cara, já que pra isso eu ia ter que procurar na wikipedia. Vim falar das coisas maravilhosas e incríveis que acontecem no seu programa. hahaha Sério, gente! Sabe quando você vê um vídeo e quer compartilhar com todo mundo? Foi mais ou menos o que aconteceu quando eu vi esse vídeo aqui semana passada.

Fala se não ficou demais?! Claro que os caras do The Roots mandam muito, mas a união de tudo ficou perfeito. E ontem eu me acabei de rir com esse vídeo aqui.

Lip Sync Battle é tipo um concurso de dublagem, que acontece no programa. Esse teve a participação do Will Ferrell, Kevin Hart e até da Drew Barrymore. Sério, vaidizê que você não queria ir até lá e apresentar as performances que faz no quarto?

É claro que não poderia faltar essa performance maravilhosíssima de breakdance que ele fez com o Brad Pitt.

Ou a nova voz do Morgan Freeman.

Tá bom, parei com os vídeos! Mas fala sério, ele não é demais? Atualmente ele apresenta o programa The Tonight Show, onde aconteceu a reveladora entrevista com a Nicole Kidman, e também serve de palco pra todas essas coisas maravilhosas.

Eu sei que esse não foi um post tão relevante assim, mas as vezes eu só quero usar esse cantinho pra compartilhar coisas que eu acho legais e essa é uma delas. Espero que cês gostem!

4/52: um álbum para dançar como se ninguém estivesse vendo

Eu pensei e pensei e pensei antes de fazer esse post (que devia ter saído ontem), mas não teve jeito, eu não posso negar o que tenho ouvido nas últimas semanas.

Tá, ok, admito: por mais que eu não seja fã da moça e nem conheça tanto assim o trabalho dela, não teve como correr desse álbum galera. Ele chegou de mansinho com Shake it Off e quando eu vi já sabia Blank Space de cor. cause darling, I’m a nightmare dressed like a daydream. (a frase é da taylor e não minha, só tô avisando porque não sei ao certo quais frases ela registrou e VAI QUE NÉ?! hahahaha parei.)

Quando eu conheci a Taylor (e a interpretei num remake de “You belong with me” pro inglês) lá em 2008, eu gostava sim. Tinha o Feraless no celular e sabia t o d a s as músicas. Mas o tempo passa, né migos. E o cúmulo foi quando a Paula Fernandes regravou uma música da Taylor colocando metade Paula e metade Taylor. Não dá. Desisti de vez e abandonei num canto escuro.

Mas aí esse clipe aí de cima apareceu na minha frente por meio daquele site que eu acesso pra saber das 9dades do mundo dos famosos, o PapelPop. Eu nem ia assistir, mas os comentários eram tão maravilhosos que eu decidi dar uma chance. Eu eu me arrependi. Me arrependi eternamente porque eu soube naquele minuto que não conseguiria ficar parada enquanto essa música estivesse tocando. E aí fui atrás do álbum e acabei gostando da maioria das músicas. Acontece.

Ficha Técnica:
1989 – 2014
Melhor música: “Shake it off”
Pior música (ou a menos menos boa): New Romantics
Não deixe de ouvir: “Welcome to New York” e “All you had to do was stay” são boas também.
Por que você deveria ouvir?: Olha, porque é divertido, porque ela fez algo legal depois de um bom tempo fazendo clichês, porque ela “cresceu” muito nesse album.
Numa escala de 1 a 5: 3 músicas que grudam na cabeça

Resenha: Cidades de Papel – John Green

Sabe quando você não quer que um livro acabe e fica enrolando pra terminar, mas ao mesmo tempo quer ler logo pra saber o que acontece? Foi isso que aconteceu com Cidades de Papel, do João Verde.

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Na minha opinião, todo mundo tem seu milagre. Por exemplo, muito provavelmente eu nunca vou ser atingido por um raio, nem ganhar um prêmio Nobel, nem ter um câncer terminal de ouvido. Mas, se você levar em conta todos os eventos improváveis, é possível que pelo menos um deles vá acontecer a cada um de nós. Eu poderia ter presenciado uma chuva de sapos. Poderia ter me casado com a rainha da Inglaterra ou sobrevivido meses à deriva no mar. Mas meu milagre foi o seguinte: de todas as casas em todos os condados da Flórida, eu era vizinho de Margo Roth Spiegelman. Q.

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Sabe, eu não devia fazer resenhas, porque eu simplesmente sinto que não consigo escrever aqui tudo que eu sinto enquanto leio, mas mesmo assim tenho muita vontade de gritar: vocês precisam ler esse livro!

Eu ganhei o livro da Verônica no final do ano passado, quando a gente se conheceu. Eu comecei a ler 15 dias atrás, assim que acabei Cartas de amor aos mortos, que também vou resenhar aqui. No começo, o livro não me prendeu muito porque é escrito em parágrafos grandes e isso me incomoda, por mais que pareça bobagem. Mas a medida que fui lendo, fui me encantando mais a cada página e sabia que aquele seria um livro muito especial pra mim.

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Quentin é apenas uma criança quando ele e Margo, sua vizinha, encontram um cara morto numa praça do bairro onde moram. Quentin fica com medo. Margo fica sensibilizada. Os dois até então eram melhores amigos, mas a vida acaba os afastando. Agora, no terceiro ano, Quentin (mais conhecido como “Q”), não fala mais com Margo e anda com seus amigos Ben e Radar, enquanto Margo se tornou a menina mais popular da escola.

Numa certa noite, Margo aparece na janela da casa de Quentin e o chama para uma noite de aventuras e ele acaba topando, mesmo sem saber o que está por vir. Ele acaba tendo a melhor noite de sua vida, pregando peças bem arquitetadas pela pessoa que ele mais admira na vida, Margo Roth Spiegelman.

O problema é que no dia seguinte Margo some, uma coisa que ela costuma fazer. Outra coisa que faz quando some, é deixar pistas para seus pais, mas dessa vez, ela deixa pistas para Q. E ele junto com Ben, Radar e Lacey, amiga de Margo, embarcam numa longa jornada atrás da garota rebelde.

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Eu nem sei explicar porque gostei tanto assim desse livro. Talvez porque ele mostre que as pessoas, por mais incríveis que sejam, muitas vezes se escondem e criam uma imagem do que gostariam de ser, mas no fundo não é bem assim. São apenas pessoas. Todos cometem erros e todos se arrependem de algumas coisas. Ninguém é perfeito. Ninguém é melhor que ninguém.

Pode até parecer clichê mas eu juro – não é! A narrativa de John Green deixa tudo interessante e com vontade de ler tudo de uma vez. Quentin descobre, junto com seus amigos, que nada é mais importante do que uma verdadeira amizade e passa por momentos super engraçados, mas também momentos de muita conversa, que me fizeram refletir sobre quem eu sou e qual é a imagem que eu quero passar para as pessoas ao meu redor.

Perceberam? Não sei fazer resenha, mas leiam que vocês vão entender o que eu quis dizer. Vou aproveitar pra dizer que tô participando do Desafio Literário da Patty e da Duds, e acabei riscando um item da lista: um livro que tenha virado filme, já que Cidades de Papel estreia nas telonas dia 4 de junho com Cara Delevigne no papel de Margo e Nat Wolff como Quentin.

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E você, já leu? Quer ler? Minha resenha ajudou? Comenta aí!

Adeus Falkenberg

Primeiro domingo de fevereiro (sim, já estamos em fevereiro), e que tal começar com um filme bem profundo? Apresento a vocês: Adeus Falkenberg.   Esse filme mexeu muito comigo, pois ele pegou todos os meus medos, angústias, tristezas , desesperos etc e concretizou em um filme, e foi muito chocante para mim. Adeus Falkenberg conta a história de alguns jovens que vivem nessa cidade (Falkenberg), uma cidade pouco desenvolvida da Suécia. Esses jovens possuem uma vida simples e pacata, vivem uma constante busca atrás da real felicidade.     A história é real, e os protagonistas do drama são os próprios rapazes que vivenciaram essa vida. A forma que eles relatam o seu cotidiano é belo, e nos faz perceber que correndo atrás de uma suposta felicidade, as vezes estamos correndo apenas de nós mesmos, criando assim, uma fragilidade pra existência de um eu concreto.   São muitas dúvidas, buscas de aventuras, medos, angústias, jovens buscando um ideal e tudo isso é acompanhado de uma fotografia linda e trilha sonora maravilhosa.   São jovens como nós: com medo da vida adulta, medo do futuro, medo de ser feliz de mais, de não estar aproveitando a vida ao máximo…medo de sermos nós mesmos, medo das cobranças dos pais.Só não existe um medo pra eles: de errar. Eles fazem. Eles tentam. E isso os leva muitas vezes a lugares e experiências incríveis, e algumas, tristes. E eles entendem que é isso, somente isso.     O filme tem legendado na internet para baixar, o trailer infelizmente só tem legendado em francês, mas se quiserem ver está ai. Só não assistam os vídeos relacionados no facebook, tem muito spoiler :(.

Espero que gostem, caso alguém já viu, ou vai ver, comente aqui, ficaremos bem felizes.

17/1001

Tô com uma mistura de tpm+saudade+medo+um monte de coisa e por isso sumi daqui por um tempinho. As vezes fico super animada com o blog, as vezes nem tenho vontade de voltar.

Na falta de criatividade sobre o que postar, decidi dar um update no meu 101 coisas em 1001 dias, porque sim, queridos amigos, já risquei alguns itens da lista. Eu pensei em fazer um post pra cada item que fosse riscando, mas tem umas coisas que não são relevantes a ponto de virar post. Daí pensei em fazer um a cada mês, porém eu comecei no dia 13 e provavelmente ia esquecer de postar, então decidi que vou fazer um post no final de cada mês contando as coisas o que concluí (ou não) porque assim fica fácil, extremamente fácil (pra você e eu e todo mundo cantar junto). O 17 ali em cima é porque se passaram 17 dias dos 1001.

3. Cortar o cabelo
4. Pintar o cabelo

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Assim, MAIS OU MENOS NÉ. Cortei aqui em casa e pintei (pintaaar, pintaaar não, mas dei uma clareada) com aquele troço de californianas da Loreal. Deu uma diferença boa, pelo menos pra mim, mas a vontade de cortar um pouco mais e de platinar ainda tá aqui no coração.

9. Ir em pelo menos um show

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Sápassado (sábado passado, pra quem não é de MG), fui num showzaço do CPM 22. Peguei setlist, tirei foto com os caras, cantei muito e até ganhei uma cerveja, o que acabou contando pro próximo item.

20. Experimentar pelo menos mais 15 cervejas (4/15)

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No outro sábado (antes de sápassado), saí com mozão e mais um casal e fomos num bar aqui (que por acaso tivemos que vender os rins pra pagar a conta e não vamos mais voltar) e eu acabei experimentando mais duas cervejas, a x e a x. Já no dia do show do CPM experimentei a Pilsen, da Backer e a Heineken que ganhei do Badauí. Não, nunca tinha bebido Heineken e nem gostei, continuo preferindo a Backer Pale Ale. (A fotinho da Backer é da internê porque eu não trouxe a garrafinha pra minha coleção. #xatiada)

ENTÃO, foi só isso por enquanto. Mas depois tem mais.

Ou pelo menos assim eu espero.

gif aleatório para descontrair, ou pra dar medo mesmo

03/52: um álbum para curtir um dia de sol

Quantas vezes eu comentei aqui nos últimos dias que tava fazendo um calor insuportável? Perdi as contas. Mas aí bem quando o desafio é postar um álbum prum dia de sol, tá chovendo todos os dias. Mas isso não é uma reclamação, caros amigos, é pra glorificar de pé. Se tivesse muito calor eu ia acabar indicando um álbum ruim, mas já que tá gostoso e fresquinho, decidi indicar um álbum bom pra curtir num dia de sol, seja no carro, na praia, na rua, na chuva fazenda ou numa casinha de sapé.

Decidi deixar me levar pelo show do CPM22 que fui esse fim de semana com meu namorado e um amigo (show esse que me rendeu mais um setlist da banda (valeu, Japinha!) e uma cerveja (valeu, Badauí!), e escolhi meu álbum preferido da banda. O “Acústico” que foi lançado em 2013.

Escolhi esse álbum porque é exatamente o álbum que eu escolheria pra ficar tocando aqui em casa se toda vez que eu reunisse meus amigos, eles não ficassem tocando violão. Mas mesmo tocando, eles tocam muito CPM! A banda: todo mundo curte. E esse álbum pra mim é o melhor porque reúne as melhores músicas da banda, nesses 20 anos, em um show de pouco mais de uma hora. E ainda tem participação do Dinho Ouro Preto que – me julguem – eu gosto.

Vaidizê que cê nunca escutou Um Minuto Pro Fim do Mundo e chorou? Vaidizê que não cantou Irreversível/Nossa Música/Não sei viver sem ter você depois de brigar com o mozão/boy magia? Vaidizê que não tinha foto do Japinha com cabelo verde colada na parede? (Me julguem, eu tinha 13 anos). Mas é que pra mim, CPM é com certeza uma das melhores bandas nacionais. E podem vir de novo ano que vem que eu vou lá bater carteirinha e conseguir mais um setlist pra minha coleção.

Ficha Técnica:
CPM 22 Acústico – 2013 – Spotify | Deezer
Melhor música: “Tarde de Outubro”
Pior música (ou a menos menos boa): Não consigo escolher, não tem!!!
Não deixe de ouvir: “Desconfio” e “Nossa Música” que são pra cantar e relembrar.
Por que você deveria ouvir?: Porque é rock nacional de qualidade e isso já devia ser motivo o suficiente!!! É uma banda que tem 20 anos de estrada, então mesmo que você não goste tanto de rock por causa da pegada, vale a pena dar uma chance.
Numa escala de 1 a 5: 5 integrantes gente fina

E aí, cês curtem?